Picape & Outros Bichos

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gtx gtx
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Re: Arqueologia

n~ao ( desconhe'co o que ocorreu com este maldito teclado ). dada a raridade e a exiguidade de componentes, o valor depende do conhecimento do comprador, do estado do autom'ovel, e de seu conte'udo em originalidade. ali'as, coisa rara, pois sempre houve a implementa'c~ao de solu'c~oes tecnicamente mais simples e baratas - carburador 'unico em lugar dos 3 s.u. -, portas soldadas na parte superior, motor de opala, grade trocada por outras reproduzidas `a base da habilidade e do bom gosto, por'em distante da original, de l^aminas de alum'inio fundidas a prop'osito e encaixadas; rodas 15" - as originais eram aro 400, medida intermedi'aria entre 15 e 16", e com pneus de fnm jk/2150, fora de fabrica'c~ao desde 1975.
se conseguir escapar `as solu'c~oes simplistas, mantendo-se em estado de pureza original, ser~ao raros e caros. recentemente o museu recebeu proposta de venda, abrindo o pre'co para sua unidade 1012. n~ao abriu, e a oferta chegou a r$ 200 mil.
declinei. tal ve'iculo 'e irritantemente original - incluindo rodas, pneus e grade -, recomposto com pe'cas O km, sob orienta'c~ao de t'ecnico ex brasinca e stv, e ainda tem o motor forte ss e a transmiss~ao de 4 marchas. tal valor n~ao fara' outro igual.
Marcelo Viana Marcelo Viana
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Re: Arqueologia

Não deve ter sido uma decisão fácil de ser tomada.
rusiq rusiq
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Re: Carros no Brasil

Valbene Cardozo - 1 de outubro de 2014
Os carros esportivos que marcaram época no Brasil

Listas geralmente são polêmicas, e sempre há quem ache que uma ou outra injustiça foi cometida. Mas odiario.com resolveu jogar gasolina na discussão e apontar os melhores carros esportivos de todos os tempos, fabricados no Brasil.
Para fazer parte da lista, os carros precisavam cumprir alguns requisitos, entre eles possuir apenas duas portas (cupês) e serem marcos do automobilismo brasileiro.
Veja a lista, com as fotos, dados dos modelos escolhidos e as justificativas:

1. Uirapuru


Uirapuru
O carro: Cupê de grande cilindrada e alto desempenho, inédito na nascente indústria nacional, feito em chapas de aço. Também era conhecido como Brasinca 4200 GT. Usava motor Chevrolet da linha de caminhões, com 4.273 cm3 e 155 cv, e câmbio de três marchas mais ré.
Por que está na lista? Foi o primeiro esportivo nacional de duas portas com potência acima de 100 cv, desenvolvido totalmente no País.

2. Charger RT


Dodge Charger R/T 1972
O carro: A versão apimentada do Dodge veio um ano depois de começaram as vendas do modelo quatro portas. Motor V8 de 318 polegadas cúbicas, ou 5.212 cm3, entregava 205 hp.
Por que está na lista? Sonho de consumo no início da década de 70, e que depois decaiu com a crise do petróleo, o Charger R/T foi o primeiro esportivo nacional com motor V8 de alto desempenho.

3. Puma


Puma P018
O carro: Nascido inicialmente com motor DKW e com o nome de Malzoni, o carro fora de série feito em fibra adotou no começo o motor Volkswagen 1500 e virou o Puma. A produção do novo modelo começou em 1968 e o desenho do carro lembrava o Lamborghini Miura. Com dupla carburação, os primeiros Pumas chegavam a 150 km/h, com o motor a ar rendendo 60 cv.
Por que está na lista? Foi o primeiro fora-de-série nacional a emplacar um volume de produção considerável. O desenho convida a acelerar, mas o motor a ar deixa a desejar, apesar do baixo peso do carro.

4. Puma GTB


Puma GTB S1
O carro: Assim como o irmão menor, o GTB adotava a fibra de vidro mas trazia um potente motor de seis cilindros emprestado do Opala.
Por que está na lista? Lançado em 1979, cobriu a lacuna deixada pela proibição de importações de veículos no País. Com o iminente fim da produção da Chrysler no Brasil, dividia com o Opala o título de esportivo nacional mais potente.

5. Gol GTI


Gol GTi 1989
O carro: O Gol GTI tinha potência de 120 cavalos, usando o motor AP 2000. Exclusivo e já item de colecionador, foram apenas 2 mil unidades no ano de estreia, em 1989.
Por que está na lista? Foi o primeiro carro do país com injenção eletrônica de combustível.

6. Escort XR3 Conversível


Escort XR3 Conversível
O carro: Linhas de grande apelo esportivo, mas o motor não ajudava muito - 1.6 l com apenas 82 cavalos - 0 a 100 km/h em 13,95 segundos e máxima de 162 km/h.
Por que está na lista? Primeiro modelo aberto original de fábrica após o fim da produção do Karmann Ghia conversível. Os modelos de estreia são difícies de encontrar em bom estado, mas a procura é grande e os preços de exemplares conservados vão às alturas.

7. Interlagos


Willys Interlagos
O carro: Lançado em 1953 e produzido até 1963, o Interlagos era baseado no Renault Alpine. O baixo peso e o estilo "kart" de dirigir compensavam o motor anêmico - 845 cm3 a 998 cm3, dependendo da versão, entregando de 32 cv a 70 cv (este na versão mais apimentada, a berlineta).
Por que está na lista? Foi o primeiro esportivo genuinamente nacional, e ainda oferecia o modelo conversível - também o primeiro fabricado em terras tupiniquins.

8. Maverick GT


Maverick GT
O carro: Lançado em 1973, dividia com o Charger R/T as atenções dos jovens fascinados por V8 da década de 70. O motor 302 entregava 197 cv.
Por que está na lista? Ícone dos anos 70, o Maverick GT hoje é peça de colecionador: exemplares V8 (sim, houve também modelos de 6 e até de 4 cilindros) em excepcional estado de conservação chegam a ser anunciados (e vendidos) a preços acima de R$ 80 mil.

9. Volkswagen SP2


VW SP2
O carro: Em junho de 1972, o VW SP2 saia das pranchetas e virava realidade. O bonito desenho, que entorta pescoços até hoje, sofria com a falta de potência do motor - 75 cv, que levavam o carro de 0 a 100 km/h em cerca de 13 segundos.
Por que está na lista? Foi o primeiro carro nacional totalmente projetado no Brasil. Se esportivo tem que ser baixo, o SP2 é o campeão nacional da categoria. Com apenas 1150 mm, é o carro nacional mais baixo já produzido no país. E o painel, completíssimo para a época, é um show à parte.

10. Uno Turbo


Uno Turbo
O carro: Motor 1.4 l turboalimentado, rendia 110 cv e incríveis 0 a 100 km/h em menos de 9 segundos e máxima de 192 km/h.
fonte: odiario.com

SIMCA TEMPESTADE
rusiq rusiq
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Re: Picape & Outros Bichos

Em resposta à esta mensagem postada por rusiq
O novo "brinquedinho" do Alemão:





E a picape, que aparece na foto acima, um dia vai ficar assim:


SIMCA TEMPESTADE
alemao1 alemao1
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Re: Picape & Outros Bichos

Rui ,segundo minha mulher " ja que nao se pode com o inimigo ,se alia a ele..."
Pensando assim furei a fila da Jangada com uma Berlineta,mas esta sai mais rapida .
Alem disso ,aquela cortada da foto vai ter companhia na restauraçāo...

gtx gtx
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Re: Picape & Outros Bichos

tendo os instrumentos e o volante originais é um bom começo. do centro do volante há reprodução. e de frisos há fornecedor carioca. aliás, até da estrutura do monobloco.
é '64 pelos faróis, mas como se fazem o abastecimento de gasolina e de água para o radiador ?
sucesso
alemao1 alemao1
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Re: Picape & Outros Bichos

Nasser pelo número do chassis e 65. Abastecimento e pelo porta malas e radiador também.
O chassis já foi refeito e agora vai ser " colado " novamente a carroceria quando pronta.
Depois volta a Mecanica Renault original .
rusiq rusiq
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Re: Picape & Outros Bichos

Alemão, se este Interlagos fosse meu eu instalaria toda a mecânica no chassi antes de fixá-lo na carroceria. Desta forma poderia corrigir as possíveis falhas de alinhamento, pois este chassi foi refeito sem um gabarito... Aproveitaria e montava os tensores na suspensão traseira, um item (não original) utilizado por todos os carros de competição da Willys.

Tensores Traseiros    

Para a Equipe Willys, vinham “de fábrica”, mas a Torke instalava-os em qualquer Gordini ou  Interlagos.


https://youtu.be/JyrtOMLkVk8

Nota: Os tensores do vídeo, provavelmente, diferem dos utilizados nos carros de competições da Willys.

SIMCA TEMPESTADE
alemao1 alemao1
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Re: Picape & Outros Bichos

Boa Rui ,vou levar em conta antes de montar .obrigado
gtx gtx
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Re: Picape & Outros Bichos

especialmente porque as berlinettes de competição da willys utilizavam 4 amortecedores na traseira.
gtx gtx
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Re: Picape & Outros Bichos

Em resposta à esta mensagem postada por alemao1
o fato de terem passado o abastecimento d'água para dentro do capô coincidiu com a fase de superaquecimento do motor. se o caso, talvez valha a pena colocar um segundo radiador d'água - de moto, por exemplo -, apenas para aumentar a quantidade de líquido refrigerante com ele mais mangueiras.
rusiq rusiq
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Re: Picape & Outros Bichos

1) A equipe Willys já utilizava a suspensão traseira das A110 nas berlinetas Interlagos.



Até hoje podemos comprar as peças necessárias para esta alteração.


RENAULT ALPINE GORDINI PROTO KIT 4 AMORTISSEURS TRAIN ARRIÈRE À SOUDER
Kit à souder pour transformation d'une traverse arrière de 2 à 4 amortisseurs renault alpine gordini dauphine renault 8 a-110 a-108 a110 a108 tole 3 et 4 mm avec supports flexibles freinage, pièces identiques à les d´origine. (Bon plans sorties d´un A110 GT4 1300 VC Français)


Mas esta alteração não é necessária, mesmo porque esta berlineta não irá participar de competições.
Agora, o tirante é essencial...



2) Para eliminar o superaquecimento do motor basta transformar o sistema de arrefecimento em um "sistema selado". O meu irmão comprou uma berlineta por uma micharia pois ela tinha um problema cronico; fervia constantemente. Para resolver o problema ele comprou em um desmancha o vaso expansor completo de um Corcel I e uma tampa nova (do Corcel I) para o radiador. O mecânico fez uma bela limpeza no motor e no radiador, instalou o vaso expansor, encheu o motor e o radiador com aditivo (na época, água e etilenoglicol) e durante os dois anos em que ela ficou com o meu irmão jamais deu um problema de superaquecimento.

SIMCA TEMPESTADE
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Re: Picape & Outros Bichos

bem, também se pode seguir uma orientação que ouvi certa vez:

que os carros franceses, como os demais europeus, são construídos sem as generosas margens de folga norte-americanas. por razões de economia racional, usam materiais quase no limite. e, raciocínio derivativo, foram feitos para usar água francesa, cuja composição química difere das águas brasileiras. por isto, para manter o ambiente interno, sem interferência do meio ambiente tropical, deve-se utilizar água francesa neles, tipo perrier e que-tais.
este amigo a aplicava, mesmo antes das facilidades de importação. ele era negociador internacional e trazia o precioso líquido na mala. a história é verídica, e o uso se fazia num interlagos conversível, e ele ainda cedia água francesa para um colega de trabalho, proprietário de renault dauphine 1962.

consultei um dos meus antigos professores de química, e ele concordou teoricamente, lembrando condição mais lógica: que a água utilizada no brasil, por razões cientificamente desconhecidas, emprega dosagem de fluor muito superior à necessária. a sobre aditivação é danosa ao ser humano e, talvez por tal adição desmesurada, haja mudança físico-química durante a operação.
pelo sim, pelo não, só utilizo água de chuva, colhida em local sem poluição, no radiador dos automóveis antigos.

agora, vamos combinar; com ou sem base científica em tal postura, pelo menos é assunto para incrementar papo em reunião de clube.
alemao1 alemao1
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Re: Picape & Outros Bichos

Sensacional ,imagina chegar de Interlagos em um encontro ,usando motor Renault original ( o que ja nao e comum ) e dizer que usa agua Perrier no radiador ...rsrsr.
Leon Leon
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Re: ERAM SIMCAS...

Em resposta à esta mensagem postada por rusiq
Já que a do Alemão é uma cabine dupla, aí vai um projeto de pick-up Simca cabine simples:



E não é que elegante ele está?

Foto obtida de um blog de um porto-alegrense, sem informações sobre o carro: https://areadeescape.wordpress.com/2016/02/10/no-caminho-da-escola-eu-ia-tao-contente/
gtx gtx
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Re: ERAM SIMCAS...

deviam ter aumentado o comprimento do teto, ficaria mais confortável e estilisticamente mais elegante.
está no cadastro ?
Leon Leon
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Re: ERAM SIMCAS...

Não sei se está no cadastro, GTX; a única informação é a própria foto.

Bem observado, parece que o comprimento do habitáculo ficou pequeno, talvez o motorista tenha de ficar em "posição de jóquei" para dirigir. Além disso, não sei o que o camarada fará para evitar torções na carroceria (uma estrutura em treliça?) e nem a solução para a traseira (para-choques de C10? Ranger?).

Mas é um projeto que tenho curiosidade em acompanhar... espero que tenhamos novas notícias no futuro.
rusiq rusiq
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Re: Picape & Outros Bichos

Se a porta não foi esticada eu não entro nesta "cabine". Será uma picape para baixinhos...
As picapes criadas pelo Greco (na pg. 1 deste tópico) têm um habitáculo maior; para pessoas com mais de 1,80 m.
O problema das torções é facilmente controlado, mas será que prensaram nelas? Quanto ao para-choque traseiro, eu manteria o original.

SIMCA TEMPESTADE
gtx gtx
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Re: Picape & Outros Bichos

o cara das estruturas é o rusiq, mas imagino que um "x" de reforço, como usava o ford vedette, e um paralelogramo baixo, atrás da cabine, e uma estrutura amarrando extremidade dos para lamas traseiros e transformando a tampa do baú em elemento estrutural, distribuiria os vetores advindos da torção.
rusiq rusiq
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Re: Picape & Outros Bichos

Eis o "x" do Gtx... (ideia excelente)


SIMCA TEMPESTADE
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